DNA Persona – Perfil comportamental individual e de equipes

Assertividade para ensinar

 A palavra assertividade deriva de “asserto”, que significa uma proposição decisiva. Uma pessoa que demonstra assertividade é autoconfiante e não tem dificuldades em expressar a sua opinião. Assertividade é uma competência emocional que determina que um indivíduo consegue tomar uma posição clara, ou seja, não fica “em cima do muro”. Uma pessoa assertiva afirma o seu eu e a sua autoestima, demonstra segurança e sabe o que quer e qual alvo pretende alcançar. Normalmente, a assertividade está relacionada com o pensamento positivo e proatividade, alguém que assume as rédeas da sua vida. Assertividade não significa que uma pessoa está certa ou errada, mas indica que a pessoa anuncia e defende as suas ideias com vigor, mas com respeito pelo ouvinte.

 

CONTEÚDO IDEAL PARA CLIENTES DO TIPO:


Gato alto: pessoas que tendem a evitar conflitos, apoiar os outros em qualquer situação ou serem excessivamente sensíveis.

Lobo alto: sujeito a uma excessiva rigidez de comportamento e ideias ou que se apega a muitos detalhes.

Águia alto: afeito a uma comunicação muito conceitual e metafórica, sem clareza de dados e detalhes.

CONSEQUÊNCIA


A assertividade é uma competência muito desejada no dinâmico mundo atual. Saber expor e defender suas ideias, posicionar-se contrariamente ou favoravelmente, de forma a garantir os próprios direitos sem prejudicar o outro, é uma habilidade essencial para o cultivo de boas relações.

CONTEXTO


Ser assertivo significa agir de forma afirmativa em todas as situações com o objetivo de deixar as coisas resolvidas. O mecanismo natural (instintivo) do ser humano, em uma situação de confronto, é lutar ou fugir, ou seja, a pessoa parte para a briga ou foge da situação para não enfrentar. Na natureza, na cadeia alimentar, o animal mais forte luta e o mais fraco foge, tentando se defender. São animais irracionais, agindo por instinto de sobrevivência. No ser humano, esse mecanismo também aparece, só que de forma socializada.

Ser passivo ou agressivo são comportamentos disfuncionais, na maioria das vezes, mas em algumas situações podem ser necessários. Num caso de assalto, por exemplo, ser passivo pode ser uma saída mais coerente.

Os comportamentos passivos e agressivos ocorrem porque as pessoas são emocionalmente imaturas. Não conseguem distinguir uma ameaça real da imaginária. Um cachorro bravo correndo em sua direção é uma ameaça real. Você tem que fugir se não quiser levar uma mordida. Um chefe que te chama para conversar não é uma ameaça real, mas pode tornar-se por causa dos conteúdos internos imaturos. A pessoa já começa a achar que vai ser demitida, que fez alguma coisa errada, que o chefe vai dar uma bronca e coisas do tipo. Essa pessoa não está vivenciando a realidade, o aqui e agora. Ela está fazendo inferências com base em experiências que ela mesma teve no passado, ou que alguém conhecido vivenciou. O medo do chefe faz com que a pessoa já comece a pensar em argumentos para se defender.

O assertivo não passa por esse processo. Ele analisa a situação real. O que está acontecendo, quem está envolvido, quais as consequências e quais as soluções encontradas. O assertivo não se preocupa com quem cometeu o erro e sim com a melhor solução para o problema. O assertivo não leva nada para o pessoal e tenta resolver tudo de forma afirmativa e objetiva.

Esses comportamentos são praticados também no ambiente familiar, não apenas no profissional. Numa família, geralmente vemos um dos cônjuges passivos e o outro agressivo. Dificilmente convivem por muito tempo duas pessoas agressivas. As explosões e as brigas são tão constantes que a convivência fica impossível. Para se conseguir uma “aparente” harmonia, é necessário que um dos dois seja passivo.

Mas essa harmonia é apenas aparente. Não dá para ter harmonia quando o comportamento das pessoas não é saudável e equilibrado. A pessoa passiva sofre muito. Ela vai acumulando angústias que não consegue expressar. E não são raras as vezes em que, depois de um longo período, essa pessoa tenha uma explosão e coloque a casa abaixo.

O comportamento passivo e agressivo aparece também nos filhos. Pais controladores e agressivos podem levar a criança a ter um comportamento passivo ou também agressivo para “se defender”. É um mecanismo inconsciente e que se perpetua na idade adulta, até o resto da vida, se a pessoa não procurar ajuda de uma terapia, por exemplo. Não dá para se livrar de um comportamento disfuncional sozinho. É preciso o apoio de um profissional que possa ajudar a pessoa a perceber como esses mecanismos ocorrem e atrapalham sua vida em todos os âmbitos. Ninguém é agressivo ou passivo por gosto, por uma escolha racional. Foi uma defesa desenvolvida em situações de extrema necessidade, geralmente na infância.

Mas é possível corrigir e aprender a ter um comportamento assertivo com a família, com os amigos, no ambiente social e profissional. Usar a assertividade evita conflitos e confrontos desnecessários, além de ser uma ferramenta essencial para o crescimento pessoal e profissional.

Ser assertivo leva o indivíduo a controlar melhor seu ambiente e a si mesmo e a se expressar franca e honestamente, sem sentimentos de ansiedade e de culpa. De modo geral, a pessoa se sente mais satisfeita consigo e com o outro. Este estilo de comportamento pode ser aprendido. O comportamento assertivo implica na expressão direta dos sentimentos, das necessidades, dos direitos legítimos e das opiniões, sem, com isso, ameaçar ou castigar os demais. A mensagem é dita sem dominar, humilhar ou degradar o outro. A asserção envolve respeito, tanto por si mesmo quanto pelo outro. Este tipo de comportamento também pode gerar conflitos. Isso significa que agir assertivamente não garante que o outro irá compreender a mensagem ou aceitar a opinião expressada. A pessoa que age de maneira assertiva pode ou não atingir seus objetivos, mas geralmente se sente melhor por ter sido capaz de expressar suas opiniões. De forma geral, o comportamento assertivo resulta na diminuição da ansiedade, em relações mais íntimas e significativas, em um maior respeito a si mesmo e em uma melhor adaptação social.

O comportamento não assertivo (passivo) implica violação dos próprios direitos, na medida em que o indivíduo que age de modo não assertivo não é capaz de expressar honestamente seus sentimentos, pensamentos e opiniões, permitindo, assim, que os demais violem seus sentimentos.

Outra característica de um comportamento não assertivo é a expressão dos pensamentos e sentimentos de maneira autoderrotista, com desculpas ou falta de confiança. Evitação do olhar, fala vacilante, baixo volume de voz, postura corporal tensa e movimentos corporais nervosos ou inapropriados são comportamentos não verbais comuns de falta de assertividade. O objetivo deste estilo de comportamento é apaziguar os demais e evitar conflitos a todo custo. Normalmente, a pessoa que age desta forma se sente incompreendida, desconsiderada, manipulada e incomodada com o resultado da situação. Isso pode ocasionar um comportamento hostil e irritado para com a outra pessoa, o que, por sua vez, provoca sentimentos de culpa, tristeza e baixa autoestima. Indivíduos não assertivos podem apresentar queixas psicossomáticas, como dores de cabeça frequentes. São pessoas que, frequentemente, fazem coisas que não gostariam de fazer, podendo, às vezes, explodir. Elas se sentem inferiores e subordinadas aos outros. Tratam de ser tudo para todo mundo e não são nada para si mesmas. Com dificuldade de dizer não, são como camaleões, buscando agradar a todos com quem estão.

Já o comportamento agressivo sugere a defesa dos direitos pessoais e a expressão dos pensamentos, sentimentos e opiniões de maneira exagerada. Com frequência, esta forma de se expressar é desonesta e inapropriada, e sempre viola os direitos da outra pessoa. A agressão pode ser verbal direta, incluindo ofensas, insultos, ameaças e comentários hostis ou humilhantes. Também pode vir acompanhada de comportamentos não verbais, como punhos cerrados, olhares intensos e ataques físicos. A agressão pode, ainda, ser verbal indireta, envolvendo comentários sarcásticos e rancorosos e murmúrios maliciosos. Por fim, outra categoria de comportamentos não verbais ligados à agressão inclui gestos físicos realizados enquanto a atenção da outra pessoa se dirige a outro lugar.

Os objetivos típicos da agressão consistem em dominar e vencer (a qualquer preço), forçando a outra pessoa a perder. A vitória é assegurada por meio da humilhação, da degradação, da minimização, da dominação e da defesa de seus direitos e necessidades. O lado negativo deste comportamento se refere à possível culpa que a pessoa venha a sentir. Além disso, o receptor pode se ressentir e buscar vingança por meios diretos ou indiretos. Há, ainda, a possibilidade de o comportamento agressivo criar uma tensão na relação interpessoal com o outro ou a evitação de futuros contatos.

Almir e Zilda Del Prette, estudiosos de habilidades sociais, apontam que a classe de habilidades sociais “assertividade” apresenta como principais subclasses de comportamentos as seguintes:

– Defender direitos próprios e direitos de outrem.

– Questionar, opinar, discordar, solicitar explicações sobre o porquê de certos comportamentos, manifestar opinião, concordar, discordar.

– Fazer e recusar pedidos.

– Expressar raiva, desagrado e pedir mudanças de comportamento.

– Desculpar-se e admitir falha.

– Manejar críticas: aceitar críticas (ouvir com atenção até o interlocutor encerrar a fala, fazer perguntas, pedir esclarecimentos, olhar para o interlocutor, concordar com a crítica ou com parte dela, pedir desculpas); Fazer críticas (falar em tom de voz pausada e audível, manter contato visual, solicitar tempo para falar, apresentar sua versão dos fatos, expor opinião, relacionar a não aceitação da crítica em relação à veracidade do acontecimento).

– Falar com pessoa que exerce papel de autoridade: cumprimentar, apresentar-se, expor motivo da abordagem, fazer e responder perguntas, fazer pedido (se for o caso), tomar nota, agendar novo contato (se for o caso), agradecer, despedir-se.

Para estes autores, expressar opinião é uma habilidade importante para a construção de relações de confiança, honestas e saudáveis. Envolve concordar, mas igualmente discordar das ideias expressas por outras pessoas. Algumas situações são mais desafiadoras para o exercício dessa habilidade, como os contextos de grupo e de relação com pessoas de autoridade. Devido a isso, em alguns casos, mesmo quando a pessoa não tem dificuldade em discordar, pode decidir não expressar sua opinião. A competência social nas situações que demandam enfrentamento requer uma compreensão clara das noções de direitos e de cidadania, um repertório de componentes comportamentais e uma discriminação acurada da ocasião (timing, interlocutores, situação) em que sua expressão pode levar aos resultados pretendidos com menores riscos e consequências negativas.

 

CURIOSIDADES


Quando, em 2015, a escritora e feminista nigeriana Chimamanda Adichie fazia um dos seus mais célebres discursos para dar voz às mulheres de todo o mundo, dava-se mais um passo pela igualdade de gênero. Em Girls Write Now, Adichie escrevia: “O que costumo dizer aos meus estudantes, principalmente às mulheres, é que devem esquecer-se da ideia de que têm de agradar a toda a gente. O que a sociedade ensina às jovens mulheres é que ser-se estimada por todos à sua volta é essencial para se ocupar um lugar no mundo.” Ser popular ou ‘fácil de se gostar’ não é um critério universal e está longe de ser uma obrigação – especialmente num contexto laboral em que o sexo masculino continua a dominar. O que Adichie transmitiu em apenas 5 minutos aplica-se, assim, a todas as mulheres que querem ter uma voz tão assertiva quanto a dos homens, enquanto lutam contra a disparidade de ordenados, o assédio sexual e a desigualdade de gênero nos locais de trabalho.

Fonte: http://www.maxima.pt/mundo/detalhe/qual-e-o-problema-com-as-mulheres-assertivas

FONTES CONSULTADAS


Sites e blogs:

https://www.significados.com.br/assertividade/

http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/2249/10/ulsd059337_08_Cap1.pdf

http://www.centrodeestudos.org/a-importancia-do-comportamento-assertivo/

http://www.dicasprofissionais.com.br/assertividade-o-verdadeiro-significado-deste-conceito/

http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/assertividade-e-autoconhecimento/

http://www.sbie.com.br/como-desenvolver-o-comportamento-assertivo-no-relacionamento-interpessoal/

Livros:

CARNEGIE, Dale. As 5 habilidades essenciais do relacionamento: como se expressar, ouvir os outros e resolver conflitos. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.

DELL PRETTE, Almir; DELL PRETTE, Zilda A.P. Competência social e habilidades sociais: manual teórico-prático. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2017.

DELL PRETTE, Almir; DELL PRETTE, Zilda A.P. Psicologia das relações interpessoais: vivências para o trabaho em grupo. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2014.

 

E-BOOKS


Assertividade: habilidade necessária em todos os níveis de relacionamentos

https://pt.scribd.com/doc/100759277/Assertividade-Vera-Martins

Seja assertivo

http://www.grupoinedita.com.br/wp-content/uploads/aula-2-extraido-livro-Seja-Assertivo.pdf

 

VÍDEOS SUGERIDOS


Agressivo, passivo ou assertivo?

[https://youtu.be/rd1mCZVNnxE]

 

Dicas para desenvolver a assertividade

[https://youtu.be/kOAF6qSVxp8]

 

Assertividade (pq bonzinho só se ferra)

[https://youtu.be/gIvQFqEuKhU]

 

Pessoas assertivas | Vida & Saúde

[https://youtu.be/kSX48Wx4XQc]

 

Assertividade e Resiliência – Palestra com Vera Martins

[https://youtu.be/_ECMr6v6axo]

 

A conversa faz parte do convívio social

[https://youtu.be/_No_gEoeIEw]

 

Comunicação Não-violenta na prática

[https://youtu.be/7LulOMOMI7A]

 

Vida Mental | Como treinar assertividade?

[https://youtu.be/1hYShy4GOMY]

 

BIBLIOGRAFIA – LIVROS SUGERIDOS PARA LER


Você pode ler e recomendar os seguintes livros para quem você irá treinar. Se possível, busque por resenhas que possam contribuir para uma compreensão mais abrangente.

Você é do tipo de pessoa que tem dificuldade para dizer não? Fica quieto ou concorda com o outro numa situação polêmica para não arrumar confusão? Tem sensação que está “engolindo sapos” com frequência? Ou você é do tipo que ” bate e depois pede desculpas” arrependido do que fez? Tem mais facilidade para criticar do que elogiar a si e ao outro? Ao ganhar um presente pensa que querem lhe seduzir? Não tem paciência para ouvir? Não desiste até que concordem com você, ou seja, vence pela insistência? Se respondeu sim para alguma destas questões, este livro poderá ajudar. Em situação como essas, muitas vezes tendemos para passividade ou para agressividade e acabamos ignorando nossas próprias necessidades ou as dos outros. Para desenvolvermos relações maduras e produtivas, precisamos desenvolver o comportamento assertivo, aprendendo a conhecer nossos limites e a respeitar a diversidade e as diferenças dos outros. Neste livro, você vai descobrir a assertividade que irá lhe propiciar um repertório de conhecimentos que facilitarão a escolha de respostas mais adequadas a diversas situações e papéis que você desempenha na vida profissional, familiar e social.

MARTINS, Vera. Seja Assertivo! Alta Books (2016)

 

 

Tomar a decisão de adotar um comportamento assertivo marcará o começo de um novo modo de viver, em que você toma suas próprias decisões sem se sentir culpado, assumindo o controle de sua própria vida.

Assertividade em uma semana apresentará, de forma prática, como conquistar essa mudança assertiva no momento de tomar decisões.

MICHELLI, Dena. Assertividade em uma semana. Figurati (2014)

 

 

Você tem dificuldade para dizer ‘não’? Acha-se incompetente para dizer com clareza o que deseja aos outros? É incapaz de manifestar simpatia e afeição por outra pessoa? Se respondeu ‘sim’ a essas perguntas, este livro vai lhe ajudar a superar sua insegurança e trazer uma contribuição à sua vida.

ALBERTI, Robert E., EMMONS, Michael L. Como se tornar mais confiante e assertivo. Sextante (2008)

 

Este livro é um guia para os líderes desnorteados ou exaustos pelo trabalho de gestão e foi escrito tanto para chefes como para “chefes de chefes”. Baseado em anos de experiência da autora e escrito com clareza, incluindo sugestões práticas para os leitores, mostra aos gestores como ter sucesso sem perder o lado humano no ambiente corporativo, encontrando um sentido no trabalho e criando um ambiente onde as pessoas vão poder apreciar o que fazem e os colegas. Kim Scott é ex-executiva do Google e da Apple, onde trabalhou com uma equipe para criar um curso voltado a ensinar como ser um bom chefe, e, nos últimos anos, ficou famosa por sua nova abordagem à eficiência na chefia, que ela chama de empatia assertiva. O conceito da empatia assertiva é simples: para ser um bom chefe, você precisa importar-se pessoalmente com as pessoas ao mesmo tempo que as confronta diretamente. Se confrontá-las sem se importar com elas, cairá na armadilha da agressividade ofensiva, e, caso se importe, mas não as confronte, estará demonstrando empatia nociva. Se você não se importar com as pessoas nem confrontá-las, será um exemplo de insinceridade manipuladora. Esse modelo simples o ajudará a melhorar seus relacionamentos no trabalho e cumprir suas três principais responsabilidades como chefe: promover uma cultura de feedback, criar uma equipe coesa e atingir resultados dos quais todos se orgulhem.

SCOTT, Kim. Empatia Assertiva. Como Ser Um Líder Incisivo sem Perder a Humanidade. Alta Books (2018)

 

FILMES


Você pode assistir, recomendar e debater com a pessoa que irá treinar os filmes a seguir. Liste os pontos/cenas que chamaram sua atenção e apresente o seu ponto de vista. Geralmente os insights podem surgir da discussão de pontos de vista diferentes em relação a uma mesma cena.

O Discurso do Rei – Tom Hooper (2011)

Essa aclamada produção britânica é a dramatização das facetas humanas de um importante momento histórico. O filme conta a história do Rei Jorge VI, que contrata Lionel Logue, um fonoaudiólogo, para lhe ajudar a superar a gagueira. Os dois homens tornam-se amigos enquanto trabalham juntos e, depois que seu irmão abdica, o rei confia em Logue para ajudá-lo a fazer um importante discurso no rádio no começo da Segunda Guerra Mundial. O drama mostra de forma muito humana a importância da capacidade de expressão e da sua íntima conexão com a autoconfiança.

Veja o trailer: https://youtu.be/P68BF3_de84

 

Clube da Luta – David Fincher (1999)

Considerado por muitos um cult, Clube da Luta desenvolve a história em torno de um narrador entediado e de pouca atitude. Em uma viagem, conhece Tyler Durden, um cara agressivo e inteligente. Juntos criam o Clube da Luta, um lugar onde brigam entre si para aliviar o estresse diário. No decorrer do filme, uma história psicológica e complexa progride, que no final guarda uma surpresa para o público. O filme mostra personalidades (personas) diferentes e, para ter uma assertividade maior, é preciso conhecê-las bem. Além disso, a comunicação é uma via de mão dupla: ao mesmo tempo em que você se comunica, a sua persona irá gerar um feedback em resposta, sendo importante para entender seus anseios e pensamentos que serão úteis para a estratégia de comunicação.

Veja o trailer: https://youtu.be/Fs0-4NLSO2Y

 

Divertida Mente – Pete Docter (2015)

Nele, as cinco emoções básicas (na forma dos personagens – Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho) governam, de dentro de uma sala de comando, o comportamento de Riley, uma adolescente em plena crise existencial que acabou de mudar de cidade com seus pais. O filme explica magistralmente o papel das emoções em nossa vida e nos faz ver que todas têm a sua função vital, mesmo aquelas que consideramos negativas e muitas vezes tentamos reprimir, tais como o medo ou a raiva. Podemos compreender também os diferentes processos que ocorrem em nós toda vez que um sentimento nos invade, qual é a sua origem, as suas consequências e as formas de gerenciá-los.

Veja o trailer: https://youtu.be/VBtuhyFddnk

 

Sem filtro

Pía está à beira de uma crise: seu chefe a desrespeita, seu marido a ignora, seu enteado não atende suas ordens, e seu melhor amigo não a ouve. Pía tem uma forte dor no peito e depois de tentar de tudo para curar ela decide se submeter a um tratamento de acupuntura. O médico chinês descobre que a dor de Pía é causada por sentimentos reprimidos e com uma técnica antiga ele tira ”o filtro” dela: a partir de agora, Pía não vai filtrar e percebe que a única maneira de curar é dizer tudo o que ela pensa … O que não vai trazer bons resultados. Apesar do exagero cômico e do aparente clichê, o filme é uma forte crítica à superficialidade, ao egoísmo da sociedade contemporânea e aos clichês femininos.

Veja o trailer: https://youtu.be/ukGv3BgMA_g