Raciocínio Lógico para aprender
maio 6th, 2019 by EIToolsEm um cotidiano com muitas atividades, a organização e a ordem lógica tornam-se muito importantes para que se obtenha um rendimento satisfatório e que todas as atividades do dia sejam cumpridas. Sob stress, qualquer decisão se torna mais difícil e o raciocínio pode falhar. Entretanto, a Lógica é uma forma de correção do pensamento, a arte de bem pensar e colocar ordem no pensamento. Usando a Lógica, qualquer pessoa, dedicando tempo para pensar e organizar suas atividades, consegue um raciocínio lógico eficiente. Imprevistos acontecem, porém, se a arte de raciocinar bem for uma constância, as pessoas terão facilidade em resolver as situações da forma mais adequada e satisfatória.
Como disse Jean Piaget, as estruturas mentais não são programadas nem geneticamente e nem são hereditárias, mas são construídas graças à relação do Sujeito com o Objeto (meio). Com isso, não importa o quanto o Sujeito conhece, mas como e quais são as estratégias do pensamento que ele utiliza para fazer as suas tarefas e concluir o seu dia de maneira assertiva e recompensadora.
A Lógica tem papel fundamental para a tomada de decisões do cotidiano – das compras à carreira. Ela nos permite fazer um exame melhor dos problemas a enfrentar e as possibilidades para resolução.
Além disso, em tempos de fake news, podemos usar a lógica para identificar e avaliar argumentos em notícias, como também para analisar discursos políticos, religiosos e opiniões de jornalistas. Ela também é um componente fundamental para analisar a coerência dos argumentos apresentados em qualquer discussão ou negociação.
Na filosofia, a lógica é comumente usada para formalizar partes de teorias lógicas de problemas semânticos, epistemológicos, ontológicos e até mesmo éticos.
Já no exercício da profissão, seja ela qual for, será importante para identificar os truques de mercado, elaborar estratégias de captação de clientes, melhorar seu poder de argumentação e persuasão, entender propostas e contratos. A capacidade de raciocinar logicamente é a habilidade que vai permitir que os indivíduos consigam elaborar argumentos válidos e convincentes, importantes para convencer seus clientes, sua equipe, seu chefe e assim por diante.
Geralmente a lógica é vista como tópico de estudo para pessoas que trabalham com Matemática, Filosofia e Ciência da Computação. No entanto, esta análise de argumentos e raciocínio é importante para profissionais de todas as áreas. Caso você não esteja convencido de que há benefícios para outras carreiras, confira a seguir algumas razões para estudar lógica:
Rapidez de raciocínio
Ao se deparar com um problema, as pessoas devem pensar rapidamente para encontrar uma solução. A pressão e o fato de não saber o que deu errado podem complicar a resolução desta situação, mas se você pratica com frequência a análise de fatos aparentemente isolados e suas possíveis relações, como propõe a lógica, você conseguirá mais velocidade nas questões relativas ao trabalho.
Argumentação melhor fundamentada
Embora a argumentação seja atribuída a advogados e publicitários, esta habilidade diz respeito a todas as profissões e não se restringe ao ambiente profissional, afinal persuasão é exigida tanto durante uma entrevista de emprego, na qual você tenta convencer o gestor de que você é o melhor candidato para a vaga, como nas tradicionais discussões de família sobre política ou futebol. Até as redações dos vestibulares prezam que os candidatos aprovados saibam debater suas ideias.
É desafiador
Estudar lógica simbólica é quase como montar um quebra-cabeça ou resolver um sudoku: você deve analisar os argumentos e reordená-los para que façam sentido. De início, as conexões podem não ser tão óbvias e, por isso, você precisará exercitar sua mente para encontrar os encaixes de modo a torná-los válidos. A tarefa não é fácil, mas o desafio o motiva a continuar. Este elemento-chave da filosofia permeia todas as situações cotidianas e, se você quer demonstrar que suas ideias são de fato válidas – independentemente do assunto ao qual elas se referem ou do contexto da discussão –, estudar e compreender a retórica é interessante.
O que desencadeia a lógica enquanto ciência e, portanto, o raciocínio dito lógico, é a argumentação. E argumentar não é atividade exclusiva da matemática. O desenvolvimento do raciocínio lógico auxilia a pensar mais crítica e objetivamente, estimulando a argumentar com base em critérios e princípios lógicos.
TIPOS DE RACIOCÍNIO
Raciocínio dedutivo (também chamado de lógica dedutiva): faz uso da dedução para obter uma conclusão a respeito de determinada premissa. Este tipo de raciocínio apresenta conclusões que devem, necessariamente, ser verdadeiras caso todas as premissas sejam verdadeiras. Sua base é racionalista e pressupõe que apenas a razão pode conduzir ao conhecimento verdadeiro. A validade está relacionada à estrutura ou à ordem das premissas, de modo que não seria possível partir de premissas verdadeiras e obter uma conclusão falsa. Dizemos, assim, que essa forma de raciocínio preserva a verdade. Exemplos:
– Todo mamífero possui pulmão (premissa);
– Os golfinhos são mamíferos (premissa);
– Os golfinhos possuem pulmões (conclusão).
Raciocínio indutivo (ou lógica indutiva): é um argumento no qual a conclusão tem uma abrangência maior do que as premissas. O indivíduo que faz uso do método indutivo entende que as explicações para os fenômenos surgem unicamente da observação dos fatos. O princípio de indução não trata de uma verdade lógica pura, mas de premissas para inferir uma conclusão (premissas são observações da natureza e de fatos do mundo). Exemplos:
– O ferro conduz eletricidade / O ferro é metal // O ouro conduz eletricidade / O ouro é metal / O cobre conduz eletricidade / O cobre é metal / Logo, os metais conduzem eletricidade.
– Olhando bem sua para sua pele, uma mulher de 70 anos percebeu muitas rugas e concluiu, para seu conforto, que todo homem e toda mulher nesta faixa etária têm muitas rugas.
Raciocínio silogístico: É baseado em proposições. Geralmente tem duas premissas, uma mais abrangente e outra mais restrita, e baseado nelas chega-se a uma conclusão. Dadas as duas premissas, chega-se a uma conclusão lógica. Quando o mecanismo nos induz a conclusões enganosas, chamamos de falso silogismo, o que é considerado uma falácia. Exemplos:
– Todo homem é mortal. Sócrates é um homem. Sócrates é mortal.
– Todo homem é um animal bípede. O sapo é um animal. Logo, o sapo é bípede.
Raciocínio inferencial: quando as pessoas relacionam ou extraem novas informações a partir dos dados obtidos. É baseado nos significados implícitos. Eis um exemplo:
Sabe aquele olhar da mãe quando abre a porta do quarto de um jovem? Ela não precisa dizer nada, mas por inferência ela diz com os olhos “seu quarto deve estar arrumado nos próximos 10 minutos! Quando o filho ouve: “Você não vai se mexer?”, quais informações você relaciona? Quais são os significados implícitos para você nesta frase? A habilidade de interpretar envolve o raciocínio inferencial.
Raciocínio divergente: o pensamento lateral ou criativo que encontra novas relações, novas formas de representação, significados e aplicações possíveis para algo ou para uma situação. É o famoso “pensar fora da caixa”: encontrar o maior número de soluções possíveis para um problema. Exemplo:
Quando nos perguntamos: “Para que serve uma toalha?”, “Como podemos organizar este salão com o maior número de assentos possíveis, utilizando estas cadeiras e estas pranchas de madeiras?” “Como faço para caber todos estes móveis em 43m2”.
Raciocínio hipotético: a capacidade de antecipar situações ou soluções, de imaginar possibilidades e novas condições, de buscar novas relações entre os elementos conhecidos, de situações previsíveis a antecipações do futuro. Exemplos:
– “Vamos pensar, hipoteticamente, que você poderia acessar bancos de dados da NASA…”
– “Imagine hipoteticamente que um trem-bala sai de Pequim às 8h para chegar em Xangai…”
– “Hipoteticamente, queremos que a curva de aprendizado das crianças da região sul chegue ao patamar 38 em 1/3 do tempo normal. Quais as ações a serem implementadas no estágio 10?
Raciocínio analógico: Analogia é a comparação de características similares entre duas coisas aparentemente distintas. Quando se usam analogias para resolver um problema, procuram-se por aspectos relacionados – um do problema que está a ser tratado, e um outro de um campo totalmente não relacionado. Ao encontrarmos a relação entre eles encontramos uma nova ideia de resolução para o problema. Mas as analogias podem ser fortes ou fracas, de acordo com a semelhança entre os dois tipos de objetos comparados. Quando a semelhança entre os objetos se manifesta em áreas relevantes para o argumento, ou seja, que efetivamente contam para aquele caso, então a analogia tem mais força do que quando os objetos apresentam semelhanças não-relevantes para a conclusão. O raciocínio analógico não oferece certeza. Somente uma certa dose de probabilidade. Por outro lado, por exigir um salto muito grande, é onde se abre o espaço para a invenção, tanto artística quanto científica. Exemplo:
Alexander Fleming inventou a penicilina ao ver que bactérias cultivadas em laboratório morriam em contato com o bolor que se formara por acaso. Raciocinando analogicamente, supôs que bactérias que causavam doenças ao corpo humano também pudessem ser destruídas por bolor.
Principais fatores que interferem em um bom desempenho do raciocínio
Quanto mais distraídos, sobrecarregados ou estressados mentalmente, mais superficiais são as reflexões dos seres humanos, com maior propensão a cometer erros de raciocínio.
A atenção é a porta de entrada para o aprendizado. Cansaço, sonolência, uso de substâncias psicoativas e álcool interferem na atenção e na capacidade de pensar logicamente.
Os níveis de atenção variam durante o dia e também de um dia para o outro. Ao mesmo tempo, um desempenho deficitário isolado não significa que esta função esteja comprometida. Atividades de baixa complexidade, como assistir televisão, representam riscos para o declínio cognitivo.
Treino cognitivo
Para manter um bom desempenho cognitivo, é importante ter um treino com exercícios novos, variados e cada vez mais complexos.
Aliados aos exercícios cognitivos, precisam estar os exercícios físicos, a alimentação e, principalmente, manter boas conexões de sociabilidade. Os princípios de variedade, novidade e grau de desafio crescente mostram que certas formas de aprendizagem podem melhorar ao longo do ciclo de vida.
Para cada tipo de raciocínio, há possibilidades de treinos específicos.
Ginástica cerebral
Sim, isso existe! A ginástica do cérebro pode ser feita na escola ou em casa, e é excelente para desenvolver habilidades e melhorar o desempenho no trabalho, na escola e em tantas outras atividades do dia a dia, além de promover saúde mental.
Mas como exercitar o cérebro? O raciocínio lógico pode ser desenvolvido através de:
– Passatempos como quebra-cabeças e palavras cruzadas;
– Leituras agradáveis mas estimulantes;
– Prática de exercícios físicos ou de instrumentos musicais;
– Aprendizado cumulativo (no caso da matemática, por exemplo, começando com contas simples e aprofundando gradativamente até chegar a equações de nível avançado);
– Jogos de adivinhação e estratégia, como o xadrez.
Essas atividades estimulam o raciocínio e provocam o aumento do fluxo sanguíneo e das correntes elétricas no cérebro, além de incentivar a produção de neurotransmissores. Esses efeitos melhoram a quantidade e a qualidade das conexões entre as células nervosas, trazendo benefícios bastante significativos a longo prazo.
CURIOSIDADES
Benefícios duram a vida toda
Um estudo feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pelo Método Supera mostrou que idosos que praticam ginástica cerebral têm ganho de 9% em memória e aprendizado verbal em relação aos demais. Segundo Antônio Carlos Perpétuo, nunca é tarde para exercitar o cérebro, e os benefícios duram para o resto da vida. Mas é importante ter prazer na atividade e manter a motivação.
“Se a pessoa não conseguir resolver um desafio de lógica, ela não deve se frustrar. É apenas sinal de que ela precisa, antes, de algo mais simples para se desenvolver”, diz.
Segundo a neurocientista Carla Tieppo, o raciocínio lógico é fruto da integração de diversas regiões do cérebro, mas se concentra no córtex pré-frontal dorsolateral, do lado esquerdo do órgão.
De acordo com o neurologista Leandro Teles, sair da mesmice em prol do desenvolvimento do raciocínio lógico não só ajuda a prevenir males degenerativos, como Alzheimer, mas também protege contra doenças psíquicas, a exemplo da depressão.
“A maturidade não se dá pela idade e sim pela capacidade lógica de raciocínio profundo e reflexão própria”
William Roger
VÍDEOS SUGERIDOS
Como funciona o raciocínio lógico
[https://youtu.be/8kP3vuZgv3k]
Características do Raciocínio Lógico
[https://youtu.be/s7CAX9X5bh0]
Como aprender Raciocínio Lógico?
[https://youtu.be/okABnvo2OjQ]
BIBLIOGRAFIA – LIVROS SUGERIDOS PARA LER
Você pode ler e discutir os livros a seguir. Se possível, busque por resenhas que podem contribuir para uma compreensão mais abrangente.
O que o sucesso do Google e o 11 de setembro têm em comum? Para Nassim Nicholas Taleb, ambos são exemplos claros de Cisnes Negros: eventos imprevisíveis e impactantes cuja natureza extraordinária está na base de quase tudo o que acontece no mundo. Da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Em A lógica do Cisne Negro, um dos maiores especialistas de risco da atualidade propõe o mapeamento e a gestão do desconhecido, do pouco provável, dos extremos. Para o autor, a fragilidade do conhecimento e a limitação do aprendizado baseado na observação e na experiência levam o ser humano a se defrontar com situações totalmente inesperadas. Nesta obra, o leitor aprenderá, com ideias simples, a evitar armadilhas lógicas e cognitivas, tirar proveito de Cisnes Negros e ter outra visão de mundo.
TALEB, Nassim Nicholas. A lógica do cisne negro. Best Seller, 2008.
O Raciocínio Lógico é uma disciplina ampla e profícua que abrange conhecimentos matemáticos, estatísticos e lógicos, solicitados em grande parte da vida e que tiram o sono de profissionais e lideranças. Mas o que poucos sabem é que o raciocínio lógico possui utilidades e aplicações que muitos desconhecem, entre elas, a capacidade de auxiliar profissionais e empresas do setor privado no desenvolvimento de habilidades de liderança e empreendedorismo. A Lógica do Cotidiano surge para preencher uma lacuna na bibliografia de livros sobre administração e estratégias para o mercado privado, associando ideias e conceitos que estruturam o raciocínio lógico à prática da gestão estratégica, da análise de processos e das inovações gerenciais, necessárias a todos aqueles comprometidos com o constante aprimoramento profissional. O diferencial desta obra está na proposta dos autores – o primeiro, reconhecido professor com vasta experiência gerencial na iniciativa privada e Administração Pública, e o segundo, com larga experiência profissional na área de engenharia e gestão – de apresentar caminhos e aplicações cotidianas para o pensamento lógico, estimulando o exercício contínuo dessa modalidade de raciocínio. Este verdadeiro manual do pensamento prático, escrito em linguagem acessível e descomplicada, constitui uma ferramenta essencial a todos aqueles que buscam se destacar em suas áreas de atuação.
ROCHA, Enrique; AIRES, Marcos. A lógica do cotidiano: como o raciocínio lógico contribui para o seu desenvolvimento profissional. Niterói, RJ: Impetus, 2010.

Não estamos preparados para lidar com o aleatório e, por isso, não percebemos o quanto o acaso interfere em nossas vidas. Num tom irreverente, citando exemplos e pesquisas presentes em todos os âmbitos da vida, do mercado financeiro aos esportes, de Hollywood à medicina, Leonard Mlodinow apresenta de forma divertida e curiosa as ferramentas necessárias para identificar os indícios do acaso. Como resultado, nos ajuda a fazer escolhas mais acertadas e a conviver melhor com fatores que não podemos controlar.
Prepare-se para colocar em xeque algumas certezas sobre o funcionamento do mundo e para perceber que muitas coisas são tão previsíveis quanto o próximo passo de um bêbado depois de uma noitada…
MLODINOW, Leonard. O andar do bêbado: como o acaso determina nossas vidas. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
FILMES E SÉRIES
Você pode assistir, recomendar e debater os filmes a seguir. Liste os pontos/cenas que chamaram sua atenção e apresente o seu ponto de vista. Geralmente os insights podem surgir da discussão de pontos de vistas diferentes em relação a uma mesma cena.

Sherlock – Vários (2010-2017)
Apesar de ser uma adaptação moderna das geniais histórias do famoso detetive, a impecável produção da BBC faz justiça aos personagens, às histórias e, principalmente, ao imaginário de todo o mundo. A ótima interpretação dá uma nova expressão à dupla. Curiosamente relacionada ao nosso tema, a comparação com o personagem dos livros nos traz algo a pensar. Nos livros, o raciocínio lógico é tratado mais como uma habilidade desenvolvida com a maturidade e estudo. Na série, apesar de constantemente aperfeiçoada, aparece mais como uma caricatural manifestação de genialidade. Com um Sherlock, além de bem mais jovem, excêntrico e MUITO arrogante.
Veja o trailer: https://youtu.be/9mpaYCH3xFE

12 Homens e uma Sentença – Sidney Lumet (1957) e William Fridkin (1997)
Tido por muitos o melhor filme de tribunais e um dos poucos casos em que a refilmagem faz justiça ao original. Conta a história do julgamento de um jovem que matou o próprio pai. Um caso aparentemente tão simples que logo de início convence 11 dos 12 jurados. O único que ainda não está convencido desencadeia um processo de questionamento que aos poucos vai revelando a tremenda complexidade do processo de entendimento do caso e todos os vieses que influenciam a cabeça de cada um dos jurados. Os sublimes diálogos e atuações não ofuscam as importantes reflexões que as muitas situações nos permitem fazer.
Veja o trailer: https://youtu.be/rTYBu6W-CtY

O HOMEM QUE MUDOU O JOGO – Bennett Miller (2011)
O gerente do time de baseball, Billy Beane (Brad Pitt), tenta conter os problemas com as derrotas da equipe, mas sem sucesso até conhecer Peter Brand (Jonah Hill). Beane adota as ideias de Brand e decide abrir mão de velhos conceitos de administração e passa a contratar jogadores baseado em indicadores estatísticos de desempenho. A metodologia dá certo e o time vence vários jogos. O filme pode nos mostrar a importância da análise lógica para o entendimento sobre nossas atividades, não só com mais profundidade mas com novas abordagens, mais exatas e com menos “ruídos” acumulados por anos de hábitos e interferências pessoais. Assim, surgem as grandes soluções e a excelência no que fazemos. O que precisamos saber é como e quando temos de quebrar a inércia de processos que já não funcionam mais.
Veja o trailer: https://youtu.be/BumI-Yh0P1M


