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Comunicação para ensinar

abril 12th, 2019 by

CONTEÚDO IDEAL PARA CLIENTES COM TIPOS

Baixo Gato: que tenham dificuldade para empatizar e adequar sua linguagem à do outro. Atenção ao Gato Alto que sejam pouco assertivos.

Tubarão Alto: de personalidade mais individualista e linguagem pouco envolvente

Lobo alto: de mentalidade mais inflexível e linguagem pouco envolvente.

Águia Alto: que, apesar de carismáticos e comunicativos, não conseguem ser assertivos e produtivos em sua comunicação

CONSEQUÊNCIA


Pessoas com baixa habilidade para a comunicação clara e efetiva, considerando juntamente o aspecto da sociabilidade, podem mostrar-se resistentes ao contato social, a desempenhar funções que exijam a exposição ao público ou em se posicionar em reuniões, debates, jogos de equipe, compartilhar informações, etc. Tal aspecto pode limitar o alcance de metas que envolvam contato com o outro e, consequentemente, o crescimento pessoal e profissional.

CONTEXTO


A comunicação deficiente é provavelmente a principal fonte de conflitos interpessoais. Como as pessoas passam quase 70% das horas em que estão acordadas se comunicando – escrevendo, lendo, falando, escutando –, parece razoável afirmar que uma das principais forças inibidoras do bom desempenho de um grupo é a falta de uma comunicação eficaz.

Podemos definir que Comunicação não é o que se diz, mas é tudo aquilo que o outro compreendeu do que foi dito, ou seja, quanto maior a compreensão de nosso propósito, mais eficaz será a comunicação estabelecida. Comunicar é a capacidade que o ser humano tem de interagir com o outro por meio de sinais (verbais ou não verbais) e, para isso, utilizamo-nos desses tipos de linguagem para nos fazer compreendidos. É interagir com o outro, utilizando-se de mensagens, por meio de todas as linguagens possíveis, tanto verbal quanto não verbal. E, para que ela se concretize, é preciso que saibamos falar, ler, ouvir, ver e sentir. Assim, aprenderemos a compreender.

O perfeito entendimento consiste na emissão, transmissão e recepção de uma mensagem por métodos convencionais ou não, sejam por meio da fala ou da escrita, por sinais, signos ou símbolos. A isso chamamos de linguagem utilizada. A linguagem utilizada para a comunicação, por sua vez, poderá ser:

Verbal – Ocorre quando a pessoa utiliza da palavra (seja oral ou escrita) como código de linguagem no processo de comunicação. A linguagem verbal é encontrada na forma de comunicação rotineira entre as pessoas, em leituras de textos diversos, em discursos ou palestras, ou em qualquer conversação.

Não Verbal – Utiliza-se como código de linguagem os movimentos faciais e corporais, além do uso de símbolos e outras “pistas”, que indicam a intenção comunicativa. Ocorre quando dizemos que “os olhos falam”, os gestos denunciam e determinados movimentos comunicam.

Linguagem Mista – Envolve a audição, visão e movimento. É o caso do teatro, televisão e cinema.

Nenhum indivíduo, grupo ou organização pode existir sem a transferência de significados entre seus membros. Apenas por meio da comunicação as informações e ideias podem ser transmitidas. Comunicar, contudo, é mais do que apenas transmitir um significado: esse significado também precisa ser compreendido. Nenhuma ideia ou informação, por melhor que seja, é útil se não for transmitida e compreendida pelos outros. A comunicação perfeita, se existisse, ocorreria quando um pensamento ou ideia fosse transmitido de uma pessoa para outra de tal forma que a figura mental percebida pelo receptor fosse idêntica à do emissor.

Funções da comunicação

A comunicação tem quatro funções básicas dentro de um grupo ou de uma organização:

  1. Controle – controlar o comportamento de acordo com as hierarquias estabelecidas. Pode ser formal (ex.: seguir instruções de um trabalho) ou informal (ex.: hostilização de algum membro do grupo).
  2. Motivação – esclarecimento do que se espera do outro, afirmar a qualidade de seu desempenho, apontar melhorias, oferecer feedback, recompensar comportamentos.
  3. Expressão emocional – estar em um grupo (de trabalho, social, familiar, etc.) Envolve a interação social. Dessa forma, a comunicação dentro de um grupo é o mecanismo fundamental para que seus membros expressem suas frustrações e sua satisfação.
  4. Informação – através da comunicação, as pessoas e grupos têm acessos a dados e informações necessários para avaliar alternativas na tomada de decisão.

Fonte:https://sites.google.com/site/eteevegra/a—fundamentos-de-comunicacao-verbal-e-nao-verbal

*Meio = canal.

Existem várias barreiras interpessoais e intrapessoais que ajudam a entender por que uma mensagem que é decodificada pelo receptor acaba sendo diferente da que o emissor pretendia comunicar:

Filtragem – manipulação da informação pelo emissor, para que ela seja vista de maneira mais favorável pelo receptor;

Percepção seletiva – o receptor no processo de comunicação vê e escuta seletivamente, com base em suas próprias necessidades, motivações, experiências, histórico e outras características pessoais. Os receptores também projetam seus interesses e expectativas quando decodificam as mensagens;

Sobrecarga de informações – as pessoas têm uma capacidade finita de processar as informações. Essa barreira surge quando as informações excedem a capacidade de processamento;

Emoções – a interpretação de uma mesma mensagem pode variar caso uma pessoa esteja triste ou feliz, por exemplo. Os estados emocionais mais extremos, como euforia ou depressão, oferecem maior probabilidade de impedir a comunicação eficaz;

Idioma – as palavras têm significados diferentes para pessoas diferentes. A idade e o contexto cultural são dois dos fatores mais importantes que influenciam tais diferenças;

Silêncio – pesquisas sugerem que o silêncio e a sonegação de informações são tão comuns quanto problemáticos;

Defesa – quando o receptor se sente ameaçado, a tendência é uma reação para reduzir a capacidade de entendimento mútuo;

Jargão – terminologia especializada ou linguagem técnica que membros de um grupo utilizam para ajudar na comunicação entre si.

Outro grande obstáculo à comunicação eficaz é que algumas pessoas sofrem de um debilitante medo da comunicação. Esse medo da comunicação é a tensão ou ansiedade em relação à comunicação oral ou escrita, sem motivo aparente. O emissor deve estar consciente de que, em uma organização ou grupo, pode ter pessoas que sofram desse medo da comunicação.

Essas tecnologias incluem aparelhos como smartphones, mensagens de áudio, vídeo e texto de aplicativos de mensagens, videoconferências e e-mails. As comunicações eletrônicas revolucionaram a facilidade de acessar outras pessoas e de encontrá-las quase instantaneamente. Infelizmente, essa acessibilidade e velocidade têm seu preço. Através da comunicação eletrônica não podem ser transmitidas as emoções e nuances que acompanham as entonações verbais de uma conversa telefônica ou face a face, por exemplo. Dessa forma, há oito dicas que podem melhorar as habilidades de comunicação entre as pessoas:

  1. Use múltiplos canais – isso pode proporcionar um aumento na probabilidade de clareza;
  2. Adapte a mensagem ao seu público – pessoas diferentes dentro da organização têm necessidades diferentes de informações;
  3. Procure ter empatia com os outros – coloque-se no lugar do receptor;
  4. Lembre-se do valor da comunicação face a face quando estiver enfrentando mudanças;
  5. Pratique a escuta ativa – a maioria das pessoas acredita na excelência de suas habilidades como ouvintes;
  6. Tenha coerência entre suas palavras e suas ações – ações falam mais alto que as palavras;
  7. Utilize a rede de rumores;
  8. Utilize o feedback – a comunicação eficaz é um processo bilateral entre emissor e receptor.

CURIOSIDADES


A comunicação exerce uma função fundamental no processo de decisão do estilista Carlos Miele, dono da rede de lojas de roupa M.Officer. Segundo Miele, é graças a ela que ele consegue reunir as mais diversas informações antes de escolher entre as alternativas que lhe são oferecidas. “Sempre procuro ouvir o que as pessoas que considero geniais têm a dizer sobre meu negócio. Quem não divide o dia a dia comigo sempre vê as coisas de outra perspectiva”, conta ele. Segundo Miele, uma das decisões mais importantes de sua carreira, a internacionalização de sua rede varejista, ocorreu graças a uma conversa com João Alves de Queiroz Filho, controlador da Hypermarcas. Fonte: Trecho extraído do livro Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro

 

A crise da Toyota, que se viu obrigada a confessar publicamente a falta de qualidade de inúmeros de seus modelos nos EUA e também no Japão, escancara uma realidade: o discurso empresarial não anda colado com a prática e, por extensão, a comunicação empresarial anda contaminada, recorrentemente, pela hipocrisia e pelo cinismo. Mais do que o prejuízo financeiro (estimado em bilhões de dólares), a imagem/reputação da poderosa companhia japonesa atravessa verdadeiramente um inferno astral. Especialistas acreditam que ela deverá investir pesadamente em propaganda nos próximos anos e precisará adotar uma postura agressiva em termos de comunicação, se quiser recuperar os danos causados. A crise da Toyota, infelizmente para ela, não é apenas uma crise de qualidade, mas especialmente uma crise de comunicação, uma falta absoluta de “know-how” em gestão de crises, uma péssima lição de Relações Públicas.
Fonte: http://portalimprensa.com.br/noticias/wilson+da+costa+bueno/598/a+crise+da+toyota+e+a+hipocrisia+na+comunicacao+empresarial

De abril a julho de 1994, um milhão de ruandeses foram brutalmente assassinados em um genocídio decorrente de conflitos étnicos. No processo de reconstrução social, o país lançou mão de tribunais informais para julgar e punir os envolvidos em crimes durante o massacre – o número de réus era tão grande que a justiça comum não daria conta de todos os processos. O método utilizado durante os julgamentos comunitários era baseado nos 4 passos da Comunicação Não Violenta (CNV), uma técnica para mediação de conflitos baseada na empatia, compaixão e conexão profunda entre os interlocutores, e foi fundamental para o restabelecimento da paz em Ruanda. Fonte: http://www.africanamente.com/single-post/2016/11/28/%E2%80%8BRuanda-e-os-4-passos-da-Comunica%C3%A7%C3%A3o-N%C3%A3o-Violenta

 

FRASES


“Falar sem parar não significa necessariamente se comunicar.”

Joel, personagem de Jim Carrey, no filme Brilho eterno de uma mente sem lembrança

“Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria liguagem, você atinge seu coração.”

Nelson Mandela

“A finalidade da comunicação é fazer-se entender. Mas há quem prefira se desentender.”

Augusto Branco

NA PRÁTICA!


Mesmo um perfil com Gato Alto pode apresentar limitações em relação à efetividade da comunicação. Por mais que este arquétipo sinalize facilidade em se comunicar, não significa que será assertivo e eficiente em sua comunicação. Outro ponto importante é perceber em qual tipo de comunicação o cliente apresenta limitações e se essas referem-se à falta de conhecimento de técnicas de comunicação, questões emocionais, dificuldades neurológicas, por exemplo.

FONTES CONSULTADAS

Sites e blogs:

Https://www.dicio.com.br/comunicacao/

Https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/o-que-e-comunicacao/63090

http://paulocarvalhal.blogspot.com.br/2008/06/comunicao-interpessoal-nas-organizaes.html

https://sites.google.com/site/eteevegra/a—fundamentos-de-comunicacao-verbal-e-nao-verbal

https://www.pensador.com/comunicacao/

http://portalimprensa.com.br/noticias/wilson+da+costa+bueno/598/a+crise+da+toyota+e+a+hipocrisia+na+comunicacao+empresarial

http://www.africanamente.com/single-post/2016/11/28/%E2%80%8BRuanda-e-os-4-passos-da-Comunica%C3%A7%C3%A3o-N%C3%A3o-Violenta

Livros:

CARNEGIE, Dale. As cinco habilidades essenciais do relacionamento: como se expressar, ouvir os outros e resolver conflitos – Conversação assertiva. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2012.

ROBBINS, Stephen P.; JUDGE, Timothy A.; SOBRAL, Filipe. Comportamento Organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro.São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

 

VÍDEOS SUGERIDOS


Como Falar Bem se Comunicar Melhor e ter sucesso

[https://youtu.be/vUUqEyflXhU]

 

TED – Como falar de um jeito que as pessoas queiram ouvir

[https://youtu.be/D236cCikGmA]

 

Esta técnica de COMUNICAÇÃO pode salvar relacionamentos

[https://youtu.be/bdzvS0QORrc]

 

Especialista dá dicas para melhorar a sua comunicação

[https://youtu.be/n-8LQWlf_ss]

 

Relacionamento Interpessoal – Tipos de Comunicação

[https://youtu.be/Mwrzw6t8s6Q]

 

KARNAL- ‘Comunicar-se com alguém é um exercício que melhora a quem ouve e melhora a quem fala’

[https://youtu.be/9nh-1xj5Mn8]

 

Dica Oratória – Aprendendo com Sergio Cortella

[https://youtu.be/eG3K7k-41n8]

 

4 princípios para uma comunicação eficaz

[https://youtu.be/Aq0E3Iw2LrI]

 

Comunicação Não-violenta na prática

[https://youtu.be/7LulOMOMI7A]

 

Problemas de Comunicação – humor

[https://youtu.be/mopgPfnqY_w]

 

BIBLIOGRAFIA – LIVROS SUGERIDOS PARA LER


Você pode ler e recomendar os seguintes livros para quem você irá treinar. Se possível, busque por resenhas que possam contribuir para uma compreensão mais imediata.

 

Este livro tenta desvendar a comunicação não-verbal do corpo humano, primeiramente analisando os princípios que regem e conduzem o corpo. A partir desses princípios, aparecem as expressões, gestos e atos corporais que, de modos característicos, estilizados ou inovadores, expressam sentimentos, concepções, ou posicionamentos internos.

WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala. Curitiba: Vozes, 2014.

 

 

Completamente reformulado, o livro “Como falar corretamente e sem inibições” é de longe a obra no gênero mais publicada no Brasil. Ultrapassou a marca das 110 edições, permaneceu vários anos nas listas dos mais vendidos do país, sendo que em algumas delas figurou em primeiro lugar, foi aprovado e adotado por rigorosos programas governamentais. Este é o livro ideal para você aprender a falar em público com segurança e eficiência. Reinaldo Polito expõe aqui, de maneira clara, simples e didática, toda a sua experiência de décadas ensinando executivos e profissionais liberais de alto nível a se apresentarem com desembaraço e sem inibições. Cada capítulo é uma verdadeira aula, como se o autor estivesse ao seu lado ensinando passo a passo todas as técnicas que farão de você um comunicador excepcional.

POLITO, Reinaldo. Como falar corretamente e sem inibições. São Paulo: Saraiva, 1986.

 

 

 

Manual prático e didático que apresenta metodologia criada pelo autor, voltada para aprimorar os relacionamentos interpessoais e diminuir a violência no mundo. Aplicável em centenas de situações que exigem clareza na comunicação: em fábricas, escolas, comunidades carentes e até em graves conflitos políticos.

ROSENBERG, Marshall. Comunicação não-violenta. São Paulo: Ágora, 2006.

 

 

 

 

Por que com tanta frequência supõe-se que a capacidade de falar e de ouvir é inata e não requer nenhum tipo de treinamento, tal como as atividades paralelas – escrever e ler –, quando, na verdade, as primeiras são muito mais difíceis de ensinar e assimilar? Depois de apresentar um breve relato de como se deu ao longo da história o ensino da escrita e da leitura, assim como da fala e da escuta, e de assinalar em que sentido essas habilidades são correlatas e em que elas se diferenciam, este livro trata do discurso ininterrupto, da escuta silenciosa e da conversa de mão dupla. Em cada um desses temas, Adler identifica diferentes habilidades e atitudes que devem ser assumidas com vistas a um melhor aproveitamento da comunicação. Embora o autor deste livro seja um filósofo, a linguagem acessível, a profundidade da abordagem, a importância do tema tratado e as dicas de caráter prático tornam esta obra uma referência indispensável para vendedores, homens de negócios, políticos, conferencistas, professores e todos aqueles que desejam aperfeiçoar sua capacidade de se comunicar.

ADLER, Mortimer. Como falar, como ouvir. São Paulo: É Realizações, 2014.

 

Esse livro trata da sutil arte da comunicação – com os outros, com o ambiente e, o mais importante, consigo mesmo. Interagir com outras pessoas é algo complicado para muitos de nós. Portanto, conhecer os segredos de como se constroem bons relacionamentos pode fazer a vida de cada um mudar definitivamente para melhor. Com este livro, Wood transforma o leitor num exímio comunicador.

WOOD, Perry. Os segredos da comunicação interpessoal. Rio de Janeiro: Bertrand, 2007.

 

 

 

FILMES


Você pode assistir, recomendar e debater com quem vai treinar os seguintes filmes. Liste os pontos/cenas que chamaram sua atenção e apresente o seu ponto de vista. Geralmente os insights podem surgir da discussão de pontos de vistas diferentes em relação a uma mesma cena.

A chegada – Denis Villeneuve (2016)

Tão bonito quanto instigante, A chegada não é um filme fácil de entender, o que o torna mais curioso. Parte importante do enredo do filme se baseia na hipótese de Sapir-Whorf que, apesar de ter tido suas propostas melhor esclarecidas com a neurociência moderna, relacionava de forma abrangente e indissociável a linguagem, a cognição e, consequentemente, a cultura de um povo. Ou seja, como um é causa e consequência do outro. O pano de fundo para as várias camadas do enredo é a indecifrável e, por isso, ameaçadora presença de gigantescas naves extraterrestres espalhadas pela terra. Para evitar um confronto que se mostra cada vez mais eminente, a humanidade depende da capacidade de estabelecer uma forma de comunicação com os “visitantes”.

Do que as mulheres gostam – Nancy Meyers (2000)

Mel Gibson interpreta Nick Marshall, um publicitário machista que após sofrer um grave acidente adquire o dom de ler o pensamento das mulheres. A situação começa a esquentar quando seu tão sonhado cargo de diretor de Criação é preenchido por Darcy McGuire (Helen Hunt), uma mulher tão capaz de realizar anúncios publicitários quanto ele.

Este filme mostra uma questão importante: compreender o ponto de vista alheio. O aprendizado do filme é saber ouvir seu cliente e melhorar o relacionamento com ele.

 

 

O discurso do Rei – Tom Hooper (2010)

Conta a história do Rei Jorge VI, que assume o trono e é oficialmente quem se comunica com a população. Porém, ele é gago e o filme mostra o intenso trabalho de Lionel Logue, o fonoaudiólogo, para desenvolver a comunicação do Rei.

Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce).

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