Inteligência Interpessoal para aprender
abril 17th, 2019 by EIToolsAs pessoas que possuem a inteligência interpessoal são capazes de compreender outras pessoas e estabelecer relações frutíferas e saudáveis. Elas sabem exatamente como motivá-las, trabalhar e cooperar com elas, além de liderá-las com eficiência. Esse tipo de inteligência é bastante parecido com a inteligência emocional. A única diferença é que na última, a pessoa consegue dominar suas próprias emoções a fim de ter relações melhores com as outras pessoas. Já na inteligência interpessoal, o indivíduo tem um profundo conhecimento das pessoas com que se relaciona.
Relacionamento implica em conviver, dividir, interagir, colaborar, compartilhar espaços, situações, opiniões, tarefas, responder adequadamente aos desejos, motivações, temperamentos e humores dos que nos cercam, enfim, relacionar-se é viver em comunidade e estas atitudes fazem parte do que fundamenta a inteligência interpessoal, ou inteligência social, como tem sido nomeada atualmente.
A inteligência social permite expandir a capacidade de entender as pessoas e, consequentemente, melhorar a forma de se relacionar com elas, podendo criar um clima positivo e de cooperação em qualquer contexto da nossa vida. Se soubermos compreender nossas próprias emoções e as dos outros, saberemos reagir a situações de forma mais adequada e produtiva.
Pessoas socialmente competentes são as que contribuem na maximização de ganhos e na minimização de perdas para si e para aquelas com quem interagem. Segundo eles, os encontros sociais se dão em determinados contextos e situações específicos e são regidos por normas da cultura mais ampla ou da subcultura. Portanto, além da dimensão pessoal (conhecimentos, sentimentos, crenças), o uso competente das habilidades sociais depende também da dimensão situacional (contexto onde ocorrem os encontros, status do interlocutor, presença/ausência de outras pessoas etc.) e da cultura (valores e normas do grupo).
Considerando essas dimensões, o desempenho socialmente competente é aquele que expressa uma leitura adequada do ambiente social, ou seja, decodifica corretamente os desempenhos esperados, valorizados e efetivos para o indivíduo em sua relação com os demais. Em termos efetividade, é possível atribuir competência social aos desempenhos interpessoais que atendem aos seguintes critérios:
– Consecução dos objetivos da interação: são variados e embora seja um importante indicador, este não é um critério a ser considerado isoladamente. Uma pessoa pode, devido a outros fatores, não atingir os objetivos pretendidos na relação e, ainda assim, ser considerada competente sob os demais critérios;
– Manutenção ou melhora da autoestima: relaciona-se com pensamentos e sentimentos elaborados pelo indivíduo a partir de seus comportamentos e das consequências deste no ambiente. Atingir objetivos gera satisfação e autoavaliação positiva, mas quando isso ocorre às custas de humilhação, autodepreciação, falsas promessas, intimidação etc. pode, devido à incoerência entre pensamentos e ações, reverter em prejuízos para a autoestima;
– Manutenção ou melhoria da qualidade da relação: indicador que está relacionado ao compromisso com a relação. Duas pessoas, coerentes no pensar, sentir e agir, tendem a pautar-se pela honestidade nas relações, garantindo confiança mútua e troca de estimulação positiva;
– Equilíbrio de ganhos e perdas entre os parceiros da interação: há muitos componentes subjetivos associados à percepção de ganhos e perdas entre os parceiros, tornando este o indicado mais difícil de se avaliar. Verifica-se o equilíbrio quando todos obtêm o máximo de ganhos e o mínimo de perdas, em período de tempo mais ou menos semelhante, produzindo uma circularidade positivamente reforçadora, com grande probabilidade de automanutenção da relação;
– Respeito e ampliação dos direitos humanos básicos: direito de expressar nossas opiniões corresponde ao dever de respeitar a opinião dos demais; direito de pedir o que se quer implica o dever de respeitar o direito de recusa do outro são exemplos de que os direitos são válidos para todos e cada direito corresponde a um dever.
LEITURA
Técnicas de Conhecimento e Relacionamento Interpessoal
http://catarinarivero.com/formacao/Tecnicas-de-Conhecimento-e-Relacionamento-Interpessoal.pdf
O poder da inteligência social na liderança
http://www.abrhbrasil.org.br/cms/materias/artigos/o-poder-da-inteligencia-social-na-lideranca/
No Alub, alunos desenvolvem habilidades socioemocionais
https://g1.globo.com/distrito-federal/especial-publicitario/alub/noticia/no-alub-alunos-desenvolvem-habilidades-socioemocionais.ghtml
CURSOS
Produtividade e relacionamento interpessoal
https://www.pucminas.br/PucVirtual/Pos-Graduacao/Paginas/Produtividade-e-relacionamento-interpessoal.aspx?moda=2&polo=1&area=2&curso=2936&situ=1
Gestão Interpessoal
https://www.portaleducacao.com.br/cursos/administracao-1/curso-livre/administracao/gestao-interpessoal/3670
Competência Interpessoal
https://www.portaleducacao.com.br/cursos/administracao-1/curso-livre/administracao/competencia-interpessoal/1260
COMPORTAMENTO
Dicas para desenvolver sua Inteligência Social:
Treine sua habilidade perspectiva situacional – O nome parece complicado, mas o seu significado é simples: aprenda a ver uma situação por diversos ângulos. Assim, é possível ser capaz de entender as pessoas e seus sentimentos em diferentes situações.
Seja uma pessoa acessível – Esteja disponível para ouvir e falar, mais o primeiro do que o segundo, seja educado ao conversar e limite-se a dizer ao outro palavras que gostaria que fossem ditas a você. Isto transmite segurança e confiança para as pessoas.
Saiba expressar seus sentimentos e opiniões – Não acredite na frase: “Sou responsável pelo que falo e não pelo que você entende” pois podemos, sim, ter controle sobre certas palavras. Existem mil maneiras de você dizer o que é preciso, basta apenas ter o cuidado para escolher as palavras. Jamais deixe de dizer o que pensa, apenas pense antes de falar.
Uma dose de empatia sempre ajuda – Saiba se colocar no lugar do outro. ÀAs vezes quando algo acontece, procure imaginar inúmeros motivos pelos quais uma pessoa fez o que fez. Afaste os julgamentos emocionais e pense no ganho dela ao fazer isso. Normalmente funciona, vale a pena experimentar.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/inteligencia-social-a-nova-competencia-profissional/83119/
Seis pilares do relacionamento interpessoal no trabalho
- Autoconhecimento – Ter autoconhecimento significa reconhecer nossos traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e que comportamentos dos outros nos incomodam. E isso é fundamental para administrar bem os relacionamentos! Por exemplo: uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois tiver autoconhecimento, pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.
- Não-julgamento – Cada um de nós tem seus valores e conceitos do que é bom ou mau, certo ou errado, adequado ou não e por aí vai. O sistema de valores e conceitos é como uma lente pela qual enxergamos o outro, e, quando vemos nele algo que não bate com o nosso sistema, surge o julgamento. Ter uma atitude de não-julgamento é não deixar que nossas diferenças em relação ao outro predominem no relacionamento, como fossem tudo que o outro é. Podemos ir além do julgamento e enxergar outros aspectos da pessoa – suas qualidades, habilidades, pontos de vista. Certamente encontraremos motivos para respeitá-la e admirá-la, o que facilitará o relacionamento com ela.
- Empatia – Ter empatia é considerar os outros, suas opiniões, sentimentos e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma relação equilibrada. A empatia também nos torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é escutar com atenção plena, estando verdadeiramente presente em suas conversas.
- Assertividade – Para ter relacionamentos saudáveis, não basta ouvir: é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades. É aí que entra a assertividade, a habilidade para nos expressar de forma franca, direta, clara, serena e respeitosa.
- Cordialidade – Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil, solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo o outro de várias formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador para alguém entrar ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou cair. Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para prestar uma ajuda, cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor, mesmo saber seu nome… A cordialidade desinteressada, que oferecemos por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.
- Ética – Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem deliberadamente os outros, não quebrem regras ou acordos estabelecidos e não contrariem o que se considera certo e justo. Podemos ter muito autoconhecimento, evitar julgamentos, ser altamente empáticos, assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.
Fonte: https://www.vocemaiscentrado.com.br/single-post/2016/08/27/Seis-pilares-do-relacionamento-interpessoal-no-trabalho
NA PRÁTICA
Características da Inteligência Interpessoal:
– Gosta de cooperar
– Tem amigos
– Trata bem dos negócios
– Gosta de mediar disputas
– “Lê” bem situações sociais
– Aprecia atividades em grupo
– Relaciona-se e associa-se bem
– Comunica-se bem
– Aprecia estar com pessoas
– Consegue “ler” as intenções de terceiros
Aplicações Práticas da Inteligência Interpessoal:
– Utilizar habilidades de relacionamentos e comunicação
– Ter festas e celebrações de aprendizagem
– Fazer diversos intervalos para socializar
– Trabalhar em equipes
– Tutelar ou orientar os outros
– Fazer o aprendizado divertido
– Praticar a “conversa social” ao telefone
– Integrar a socialização em todas as partes do currículo
– Usar atividades do tipo “pesquisa de pessoas” em que cada um precisa fazer perguntas e ter as respostas dos outros
– Usar atividades de aprendizagem tipo “par e compartilhamento”
– Desenvolver cooperativamente atividades de aprendizagem
Fonte: https://oaprendizemsaude.wordpress.com/2009/11/24/gardner-e-a-inteligncia-interpessoal-na-prtica/
8 dicas para desenvolver inteligência emocional
1 – Observe e analise seu próprio comportamento
Esteja atento para sua própria reação frente às situações que vivencia. Analise a sua atitude e procure entender como ela impactou o seu dia e suas relações. Mude de atitude sempre que perceber que o resultado foi negativo.
2 – Domine as suas emoções
A impulsividade não é uma boa aliada para a maioria das situações. Então, procure dominar seus impulsos e emoções antes de tomar decisões ou dizer alguma coisa. Tente recobrar a calma e a razão antes de tudo. Exercícios de respiração podem ajudar nesse momento.
3 – Aprenda a lidar com as emoções negativas
Não temos apenas bons momentos e bons sentimentos, e quando as emoções negativas (raiva, medo, insegurança, tristeza) acontecem, é preciso dominá-las e não permitir que nos controlem.
4 – Aumente sua autoconfiança
Acredite em seu potencial e em suas habilidades. Acredite que você pode vencer obstáculos e que tem capacidade para superar as dificuldades e os momentos de crise. Faça isso ressaltando para si mesmo suas qualidades e talentos.
5 – Aprenda a lidar com a pressão
As cobranças surgem de todos os lados e constantemente. Por isso, precisamos desenvolver a inteligência emocional e aprender a lidar com a pressão do dia a dia para não deixar que a emoção tome o controle. Tente manter a calma em cada situação e pensar racionalmente. Respire e controle a ansiedade para não deixar-se dominar pela emoção.
6 – Não tenha medo de se expressar
Não deixar a emoção te dominar não é o mesmo que não demonstrá-la. Você deve expor o que sente e expressar sua opinião. Porém, deve colocar seu pensamento de maneira racional e equilibrada. O mesmo vale para as emoções mais íntimas. Fale sobre seu sentimento na relação e expresse o carinho, o amor e a até mesmo a carência.
7 – Desenvolva o sentimento de empatia
Nada melhor para compreender o outro do que colocar-se na pele dele. Sempre procure colocar-se no lugar do outro vivendo uma situação para conseguir entender suas atitudes. Inverter os papéis pode ajudar a ser mais tolerante e compreensivo.
8 – Exercite o respeito pelo próximo
Todos nós temos necessidades, limitações, direitos e deveres. Por isso, é preciso reconhecer que temos falhas e qualidades para conseguir respeitar as falhas e reconhecer as qualidades dos outros. A inteligência emocional é caracterizada também pelo respeito às outras pessoas, pela solidariedade e a valorização dos talentos alheios.
Fonte: https://www.psicologiaviva.com.br/blog/inteligencia-emocional/
CURIOSIDADES
A independência da tutela britânica, consolidada na Índia em 1947, deu-se graças à ação incansável de Gandhi, que substituiu a estratégia da luta armada pela resistência da ação de não violência. Gandhi obteve liderança interna e projeção internacional sem precedentes, através de um modo bastante simples de relacionamento, a não violência (satyagraha). No plano interno, Mahatma (grande alma) mantinha contato amistoso com todos os estratos da complexa sociedade indiana, incluindo os intocáveis (grau inferior da divisão de castas do hinduísmo). Com os demais países, nunca se furtou ao diálogo mesmo com os colonizadores ingleses.
Fonte: Psicologia das Relações Interpessoais: vivências para o trabalho em grupo.
O gene da gentileza existe. E, segundo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, que fez a descoberta, a chance de se nascer com ele é uma em três. Os felizardos portadores do genótipo GG, como é chamado, são aqueles simpáticos, extrovertidos, bem-relacionados e sempre dispostos a ouvir o que os outros têm a dizer. A arte de se relacionar, cada vez mais apontada como item fundamental para se alcançar e manter o sucesso na vida pessoal e profissional, virou uma espécie de obsessão dos estudiosos do comportamento humano nos últimos anos e do trabalho deles vem emergindo uma série de conclusões mostrando que o destino genético, neste caso, não é definitivo e que existem outras maneiras de adquirir aquilo que a biologia lhes negou. Uma delas é aprimorar a sua inteligência social, um novo conceito que começa a ganhar espaço em consultórios de psicologia, lares e até mesmo nas empresas e que pode ser definido como a capacidade de lidar com as outras pessoas e entender os sentimentos alheios.
Fonte: https://istoe.com.br/185664_A+ARTE+DE+SE+RELACIONAR/
VÍDEOS SUGERIDOS
Ponto de Vista: A arte das relações Interpessoais
[https://youtu.be/0RzyX6ncExQ]
Como melhorar os nossos relacionamentos interpessoais?
[https://youtu.be/xPsPpcCrtfM]
O que está acontecendo com os nossos relacionamentos? | Mário Sérgio Cortella
[https://youtu.be/I2Fs_3l8toA]
A Autoestima e o Relacionamento Interpessoal
[https://youtu.be/jE9lW0LMoJ0]
Relacionamento Interpessoal
[https://youtu.be/TqXiXf1_Uzk]
Leandro Karnal: Saiba quem você é e seu limite
[https://youtu.be/ujn4FzjoOxI]
Z.en e os relacionamento: Monja Coen at TEDx – como construir relacionamentos
[https://youtu.be/JVQxFAjf5g8]
5 exercícios para desenvolver a Inteligência INTERPESSOAL
[https://youtu.be/dyrQ7_IK2Q4]
BIBLIOGRAFIA – LIVROS SUGERIDOS PARA LER
Você pode ler, discutir e recomendar os seguintes livros. Se possível, busque por resenhas que podem contribuir para uma compreensão mais abrangente.
Goleman defende um novo modelo de inteligência baseado no emergente campo da neurociência social. Afirmando que a nossa interação social é capaz de moldar tanto nosso comportamento como o funcionamento do nosso organismo, o autor apresenta o conceito de Inteligência Social. Mostrando o poder da interação social na influência do humor e da química cerebral, o autor examina o quanto uma ofensa ou uma experiência social desagradável podem ser prejudiciais, e revela os efeitos positivos de substâncias neuroquímicas que são liberadas em situações que envolvem amor e cuidados. O livro apresenta uma nova perspectiva sobre nossas relações sociais, mostrando que nossas mentes estão conectadas por valores como altruísmo, compaixão, preocupação e compreensão, e desenvolvemos a inteligência social para estimular essas habilidades em nós mesmos e nos outros.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência social: o poder das relações humanas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Descubra como utilizar a inteligência, a autogestão e o autoconhecimento a seu favor para fazer mais negócios, aumentar sua produtividade, ter mais clientes ou simplesmente ser mais feliz. Somos seres relacionais e passamos o tempo todo trocando informações, aprendendo, influenciando e sendo influenciado pelas pessoas. Com mais de 25 anos de experiência em avaliação de potencial e desenvolvimento de pessoas, somada a muitos anos de pesquisa, entendi que a melhor chance de sermos felizes vem do modo inteligente pelo qual nos relacionamos. A inteligência relacional nos conecta ao mundo através das pessoas. É a habilidade de nos relacionarmos de forma positiva com os outros, fazendo boas escolhas e buscando conexões que tragam cooperação mútua e energia positiva. Este livro vai revolucionar seus relacionamentos, mudar sua vida e sua forma de fazer negócios para sempre.
ARTIGAS, Ana. Inteligência relacional. São Paulo: Literare Books, 2017.
Escrito num estilo apurado, harmonioso e, sobretudo, simples. A Arte de lidar com pessoas se propõe a unir a capacitação e o humanismo, transformando a inteligência interpessoal numa grande vantagem competitiva. São situações óbvias que, se praticadas, apresentam resultados significativos. O saber útil é transformar as informações internas encontradas aplicando-as no mundo real. A proposta do livro é ser uma espécie de caixa de ferramentas, que se pode abrir e usar em qualquer situação, basta ter iniciativa para agir e fazer com que os resultados apareçam.
ALBUQUERQUE, Jamil. A Arte de Lidar com Pessoas. São Paulo: Academia de Inteligência, 2017.
Não é por acaso que, mais de setenta anos depois de sua primeira edição, depois de mais de 50 milhões de exemplares vendidos, o livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas” segue sendo um livro inovador, e uma das principais referências do mundo sobre relacionamentos, seja no âmbito profissional ou pessoal. Os conselhos, métodos e as ideias de Dale Carnegie já beneficiaram milhões de pessoas, e permanecem completamente atuais. Carnegie fornece, nesse livro, técnicas e métodos, de maneira extremamente direta, para que qualquer pessoa alcance seus objetivos pessoais e profissionais.
CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2003.

Dar-se bem com as pessoas, sejam familiares, amigos ou colegas de trabalho, pode parecer mais complicado do que realmente é. Será que entrar em confronto direto vale mesmo a pena? Conquistar e influenciar pessoas é simples: basta um pouco de atenção, capacidade de observação e a atitude certa. Tudo baseado na comunicação, pois o importante é saber tratar corretamente as pessoas e como falar com elas, ouvi-las, entender seus desejos e intenções para agir com sensatez nos momentos mais delicados da convivência e dos relacionamentos. Com toda a sua experiência, Reinaldo Polito ensina, em trinta capítulos, desde como se comportar em situações difíceis, para não romper relacionamentos ou minar contatos, conquistando a confiança e a admiração das pessoas, até a ser genuinamente gentil e capaz de receber críticas, contendo as reclamações e valendo-se do marketing pessoal.
POLITO, Reinaldo. Conquistar e influenciar para se dar bem com as pessoas. São Paulo: Saraiva, 2017.
FILMES
Você pode assistir, recomendar e debater. Liste os pontos/cenas que chamaram sua atenção e apresente o seu ponto de vista. Geralmente os insights podem surgir da discussão de pontos de vistas diferentes em relação a uma mesma cena.

Toy Story – John Lasseter (1995)
Esse filme de animação, muito conhecido entre as crianças, traz a história dos brinquedos de um menino de 8 anos. O propósito desse filme é mostrar que vencer ou conquistar a confiança de alguém pela força ou pela desqualificação não traz os resultados esperados. A lição que fica é a prática da empatia, da aceitação da condição do outro e da união para que os objetivos sejam atingidos.
Woody é um boneco cowboy de bom coração que pertence a um jovem chamado Andy. Porém vê sua posição como o brinquedo favorito de Andy comprometida quando seus pais lhe compram um outro brinquedo, Buzz Lightyear, uma figura de ação. Ainda pior: Buzz é arrogante e acha que ele é um astronauta de verdade em uma missão para retornar ao seu planeta natal.
Invictus – Clint Eastwood (2009)
Uma história real e comovente, que deixa importantes lições. Algumas características são fundamentais para quem deseja conquistar seus objetivos, entre elas: resiliência, leitura do contexto, sensibilidade social, autopercepção, atitude positiva e atenção.
Após o fim do apartheid, o recém-eleito presidente Nelson Mandela lidera uma África do Sul que continua racial e economicamente dividida. Ele acredita que pode unificar a nação através da linguagem universal do esporte. Para isso, Mandela junta forças com Francois Pienaar, capitão do time de rúgbi, promovendo a união dos sul-africanos em favor do time do país na Copa Mundial de Rúgbi de 1995.
Patch Adams: O amor é contagioso – Tom Shadyac (1998)
Patch Adams descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas, mas suas ideias entram em conflito com os defensores da medicina tradicional.
Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

Meu nome é Rádio – Michael Tollin (2003)
Em uma cidade racialmente dividida, o treinador Jones encontra um estudante deficiente mental chamado Rádio e é inspirado a fazer amizade com ele. Logo, Rádio é o fiel assistente de Jones e o diretor Daniels observa que a autoconfiança de Rádio aumentou. Porém as coisas começam a piorar quando Jones começa a ter reclamações dos fãs, que sentem que a sua devoção por Rádio está atrapalhando a sua busca por uma vitória no campeonato.
FONTES CONSULTADAS
Sites e blogs:
http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/inteligencia-social-a-nova-competencia-profissional/83119/
http://www.abrhbrasil.org.br/cms/materias/artigos/o-poder-da-inteligencia-social-na-lideranca/
http://www.portaldalideranca.pt/videos/4603-inteligencia-social-e-lideranca-segundo-daniel-goleman
http://brasilescola.uol.com.br/psicologia/inteligencia-interpessoal.htm
https://istoe.com.br/185664_A+ARTE+DE+SE+RELACIONAR/
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/inteligencia-interpessoal-e-intrapessoal/64599
http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/reconstrucao-do-eu-desenvolvendo-a-inteligencia-interpessoal/25387/
Livros:
DELL PRETTE, Almir; DEL PRETTE, Zilda. Psicologia das Relações Interpessoais: vivências para o trabalho em grupo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
MOSCOVICI, Fela. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013.

